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Escolas Amigas dos Direitos Humanos

Escolas Amigas dos Direitos Humanos

A Amnistia Internacional trouxe para Portugal o projeto Escolas Amigas dos Direitos Humanos, que visa transformar as instituições de ensino em espaços que educam para os direitos humanos.

O objetivo é que façam parte do dia-a-dia da escola valores como a democracia, a igualdade, a não discriminação, a justiça e a responsabilidade. Tal implica reformular e adaptar regras, práticas e vivências, tornando a escola mais plural, participativa, diversa e inclusiva.

Mudanças que passam pelo envolvimento de todos, alunos, encarregados de educação, professores e pessoal não docente, embora exista em cada escola um professor coordenador.

 

A quem se destina:

O projeto destina-se a toda a comunidade escolar (alunos, professores, pessoal não docente e direção). Os pais também são incentivados a participar no projeto. Todos têm um papel a desempenhar na construção do percurso em direção a uma “Escola Amiga dos Direitos Humanos”.

 

O papel das escolas:

As Escolas Amigas dos Direitos Humanos comprometem-se a efetuar mudanças em 4 áreas de intervenção: administração e gestão, relações dentro da comunidade escolar, currículos e ambiente/espaço escolar.

 

O papel da Amnistia Internacional Portugal:

A secção portuguesa da Amnistia Internacional acompanha as Escolas Amigas dos Direitos Humanos, prestando informação, desenvolvendo ações de sensibilização e capacitação para os diferentes membros da comunidade educativa, apoiando no planeamento de atividades e fornecendo todos os materiais necessários.

 

Escolas participantes no projeto:

Agrupamento de Escolas do Levante da Maia (na Maia, Porto)

Escola Secundária Dr. Serafim Leite (em S. João da Madeira, Aveiro)

Escola EB 2,3/S Pedro Ferreiro (em Ferreira do Zêzere, Santarém)

Escola Secundária Gama de Barros (no Cacém, Lisboa)

Escola Secundária Professor Reynaldo dos Santos (em Vila Franca de Xira, Lisboa)

Escola Secundária Rainha Santa Isabel (Estremoz)

 

Países onde o projeto já decorre:

O projeto marca hoje presença em mais de 250 escolas de vinte e dois países em todo o mundo: Europa (Hungria, Irlanda, Itália, Moldávia, Polónia e República Checa), África, América Latina e Ásia. Mais de seis mil professores e cerca de 155 mil estudantes estão envolvidos no projeto.

Contacto: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.