11 Novembro 2017

É um cliché dizer que está nas nossas mãos salvar o mundo, mas a verdade é que ainda há pessoas que não conhecem o poder que têm em mãos. Deixamos-lhe aqui 5 formas de salvar 5 vidas nos próximos 5 dias, com apenas os 5 dedos da mão e 5 minutos por dia.

As histórias que lhe apresentamos são de pessoas comuns cujas vidas mudaram radicalmente. A maioria não escolheu ser defensor de direitos humanos, mas a vida não lhes deu outra hipótese. Ganharam coragem e começaram a lutar por aquilo em que acreditam.

No dia-a-dia estas pessoas defendem os direitos de todos nós. E é por fazerem esse trabalho que agora todas elas precisam de si.

Não fique indiferente! Ajude.

Dia 1: Ajudar o Sakris a mudar leis abusivas

 

O primeiro dia de ação é pelo Sakris Kupila, um estudante de medicina de 21 anos que não se identifica com o género com que nasceu, na Finlândia.

Imagine o que será acordar de manhã e não perceber quem é aquela pessoa que vê ao espelho. Com Sakris era assim, até perceber que o problema foi nascer com corpo de mulher quando, na verdade, é um homem.

Hoje Sakris parece-se com um rapaz e tudo poderia ser perfeito não fossem os documentos de identificação continuarem a afirmar que é mulher.

Para completar o processo de mudança de sexo na Finlândia – espante-se – Sakris tem de ser diagnosticado com um “distúrbio mental” e, além disso, ser esterilizado. Um tratamento humilhante que ele se recusa a aceitar.

Em seu nome e em defesa dos direitos de todas as pessoas transgénero, o estudante de medicina quer mudar a lei e hoje ele precisa de si…

O que pode fazer para ajudar o Sakris?

  • Pode ir agora assinar a petição em seu nome.
  • Pode partilhar a história deles nas redes sociais, junto dos seus amigos mais chegados no Messenger, no WhatsApp ou no seu grupo privado de Facebook. Não se esqueça de divulgar o link: https://www.amnistia.pt/euassino e do hashtag #MaratonadeCartas
  • Pode ajudar-nos a recolher assinaturas para a petição no seu trabalho, entre os seus amigos, na família, bastando para isso preencher o formulário de participação na #MaratonadeCartas.
  • Pode enviar aos dois ativistas uma mensagem de solidariedade, dando-lhes ânimo e força para continuarem a lutar. Escreva a mensagem, desenhe ou peça aos seus filhos, sobrinhos, netos ou amigos para participarem. Envie tudo para: Amnistia Internacional Portugal, Rua dos Remolares, 7 – 2.º, 1200-370 Lisboa ou por email para o aiportugal@amnistia.pt
  • Pode fazer um donativo para a #MaratonadeCartas, para nos ajudar a fazer chegar todos os apelos às autoridades israelitas e assim pressioná-las para que acabem com as acusações absurdas contra os dois ativistas. Pode fazer o donativo online –- ou através de referência multibanco* para:
    Entidade: 21098
    Referência: 300 000 300.

Obrigado por estar a usar o seu poder por uma boa causa. O Sakris agradece que não tenha ficado indiferente!

 

Dia 2: Ajudar Shackelia para que seja feita justiça

 

O segundo dia de ação é pela Shackelia Jackson, da Jamaica, uma jovem ativista de 35 anos.

Shackelia levou sempre uma vida normal e podia ter continuado assim não fosse o que aconteceu a 20 de janeiro de 2014. Perto do meio-dia a polícia em Kingston começou a procurar um suspeito de um roubo que tinha rastas no cabelo. O irmão de Shackelia, de nome Nakiea, trabalhava como cozinheiro e estava no restaurante quando a polícia apareceu. Como correspondia à descrição, foi alvejado.

Destaque-se que na Jamaica milhares de jovens têm rastas e que são comuns os assassinatos de jovens às mãos da polícia, sobretudo se forem do sexo masculino e pobres. Os números indicam que pelo menos 2 000 terão sido alvejados pelas forças policiais nos últimos 10 anos.

Shackelia quer mudar as estatísticas. Depois do que aconteceu ao irmão, encheu-se de coragem e começou a descobrir e a unir famílias a quem tivesse acontecido algo semelhante. Todos aguardam agora que seja feita justiça num sistema judicial muito lento. Entretanto sofrem perseguição e intimidação por parte da polícia. Shackelia não tem medo, até porque, diz: “luto porque não tenho alternativa”.

Nós não vamos permitir que continuem a tentar silenciar Shackelia e os restantes elementos da sua comunidade. Hoje estas pessoas precisam de si…

O que pode fazer para ajudar a Shackelia?

  1. Pode ir agora assinar a petição em seu nome.
  2. Pode partilhar a história da Shackelia nas redes sociais, junto dos seus amigos mais chegados no Messenger, no WhatsApp ou no seu grupo privado de Facebook. Não se esqueça de divulgar o link: https://www.amnistia.pt/euassino e do hashtag #MaratonadeCartas
  3. Pode ajudar-nos a recolher assinaturas para a petição no seu trabalho, entre os seus amigos, na família, bastando para isso preencher o formulário de participação na #MaratonadeCartas.
  4. Pode enviar à ativista uma mensagem de solidariedade, dando-lhes ânimo e força para continuar a lutar. Escreva a mensagem, desenhe ou peça aos seus filhos, sobrinhos, netos ou amigos para participarem. Envie tudo para: Amnistia Internacional Portugal, Rua dos Remolares, 7 – 2.º, 1200-370 Lisboa ou por email para o aiportugal@amnistia.pt
  5. Pode fazer um donativo para a #MaratonadeCartas, para nos ajudar a fazer chegar todos os apelos às autoridades da Jamaica. Pode fazer o donativo online –- ou através de referência multibanco* para:
    Entidade: 21098
    Referência: 300 000 300.

Obrigado por estar a usar o seu poder por uma boa causa. A Shackelia e toda a sua comunidade agradecem que não tenha ficado indiferente!

 

Dia 3: Ajudar o Clovis a proteger a floresta tropical

O terceiro dia de ação é pelo Clovis Razafimalala, de Madagáscar. Pai de duas meninas ainda pequenas, Clovis podia ter escolhido dedicar-se à família e levar uma vida tranquila. No entanto, o que se passa na região onde mora  não o deixou indiferente e foi por isso que se tornou um ativista ambiental.

Em Madagáscar há uma árvore preciosa, chamada pau-rosa. O seu comércio é ilegal, mas rende milhões de dólares aos traficantes. Clovis está a denunciar este lucrativo negócio e por isso é considerado um alvo a abater. O governo prefere fingir que nada se passa.

No ano passado a perseguição a Clovis fez com que fosse preso. Ficou atrás das grades 10 meses com base em acusações falsas que referem que terá participado numa manifestação. Várias testemunhas confirmam que Clovis estava num restaurante à hora do protesto.

Anos antes a casa do ativista foi atacada e é frequente Clovis receber propostas de suborno em troca do seu silêncio. Enquanto recusa, a pena de prisão mantém-se suspensa, deixando a ameaça: se continuar com o seu ativismo será novamente detido.

É urgente ajudar Clovis a defender a floresta tropical de Madagáscar sem correr riscos. Hoje o ativista precisa de si…

O que pode fazer para ajudar o Clovis?

  1. Pode ir agora assinar a petição em seu nome.
  2. Pode partilhar a história do Clovis nas redes sociais, junto dos seus amigos mais chegados no Messenger, no WhatsApp ou no seu grupo privado de Facebook. Não se esqueça de divulgar o link: https://www.amnistia.pt/euassino e do hashtag #MaratonadeCartas
  3. Pode ajudar-nos a recolher assinaturas para a petição no seu trabalho, entre os seus amigos, na família, bastando para isso preencher o formulário de participação na #MaratonadeCartas.
  4. Pode enviar ao ativista uma mensagem de solidariedade, dando-lhes ânimo e força para continuar a lutar. Escreva a mensagem, desenhe ou peça aos seus filhos, sobrinhos, netos ou amigos para participarem. Envie tudo para: Amnistia Internacional Portugal, Rua dos Remolares, 7 – 2.º, 1200-370 Lisboa ou por email para o aiportugal@amnistia.pt
  5. Pode fazer um donativo para a #MaratonadeCartas, para nos ajudar a fazer chegar todos os apelos às autoridades de Madagáscar. Pode fazer o donativo online –- ou através de referência multibanco* para:
    Entidade: 21098
    Referência: 300 000 300.

Obrigado por estar a usar o seu poder por uma boa causa. O Clovis agradece que não tenha ficado indiferente!

 

Dia 4: Ajudar o Farid e o Issa a alcançar a paz

O quarto dia de ação é pelo Farid al-Atrash e pelo Issa Amro, dos Territórios Palestinianos Ocupados. Aos 41 e aos 37 anos de idade, respetivamente, dificilmente a vida destes dois homens podia ter sido diferente. A causa que defendem e pela qual correm sérios riscos de prisão é sua desde que nasceram: querem o fim dos colonatos israelitas.

Farid e Issa vivem em Hebron, uma cidade na Cisjordânia ocupada por israelitas. Os colonos vivem dentro da própria cidade e o exército de Israel aplica a todos os palestinianos que a habitam muitas restrições à liberdade de movimento.

Em fevereiro de 2016 os palestinianos de Hebron saíram pacificamente às ruas para contestar a discriminação e lembrar que Israel encerrou há mais de duas décadas a principal zona de comércio dos palestinianos, a conhecida ‘rua Shuhada’, agora um espaço fantasma.

Os dois ativistas pacíficos foram presos no seguimento do protesto e estão acusados de “entrada numa zona fechada”, “insulto a soldados”, “incitamento”, entre outros. Aguardam o julgamento em liberdade, mas a 26 de dezembro vão sentar-se injustamente no banco dos réus num tribunal militar.

É altura de acabar com estas acusações absurdas contra os dois ativistas pacíficos. Eles precisam de si…

O que pode fazer para ajudar o Farid e o Issa?

  1. Pode ir agora assinar a petição em seu nome.
  2. Pode partilhar a história deles nas redes sociais, junto dos seus amigos mais chegados no Messenger, no WhatsApp ou no seu grupo privado de Facebook. Não se esqueça de divulgar o link: https://www.amnistia.pt/euassino e do hashtag #MaratonadeCartas
  3. Pode ajudar-nos a recolher assinaturas para a petição no seu trabalho, entre os seus amigos, na família, bastando para isso preencher o formulário de participação na #MaratonadeCartas.
  4. Pode enviar aos dois ativistas uma mensagem de solidariedade, dando-lhes ânimo e força para continuarem a lutar. Escreva a mensagem, desenhe ou peça aos seus filhos, sobrinhos, netos ou amigos para participarem. Envie tudo para: Amnistia Internacional Portugal, Rua dos Remolares, 7 – 2.º, 1200-370 Lisboa ou por email para o aiportugal@amnistia.pt
  5. Pode fazer um donativo para a #MaratonadeCartas, para nos ajudar a fazer chegar todos os apelos às autoridades israelitas e assim pressioná-las para que acabem com as acusações absurdas contra os dois ativistas. Pode fazer o donativo online –- ou através de referência multibanco* para:
    Entidade: 21098
    Referência: 300 000 300.

Obrigado por estar a usar o seu poder por uma boa causa. O Farid e o Issa agradecem que não tenha ficado indiferente!

 

Dia 5: Ajudar o Taner, a Idil e os restantes defensores de direitos humanos a não serem silenciados

No quinto dia de ação é pelo Taner Kılıç e pelos 10 defensores de direitos humanos presos durante um workshop em Istambul, na Turquia, que lhe pedimos que atue.

Taner é presidente da secção da Amnistia Internacional na Turquia e é por isso que está neste momento atrás das grades. A polícia apareceu em sua casa às 6h30 do dia 9 de junho e desde então está formalmente acusado de pertencer a uma organização terrorista armada.

Um mês depois a polícia interrompeu um workshop sobre segurança e informação digital que decorria em Istambul e prendeu todos os participantes e formadores. Entre eles estava Idil Eser, diretora executiva da Amnistia Turquia, e outros elementos da sociedade civil turca.

Conhecidos como os 10 de Istambul, já estão em liberdade graças à pressão feita por milhares de ativistas da Amnistia Internacional que não ficaram indiferentes e assinaram a petição em seu nome. Porém, todos eles continuam a ser julgados em tribunal por “pertença a organização terrorista”.

Taner Kılıç, İdil Eser, Özlem Dalkıran, Günal Kurşun, Veli Acu, Ali Gharavi, Peter Steudtner, Nalan Erkem, İlknur Üstün, Nejat Taştan e Şeyhmus Özbekli são defensores dos direitos humanos e correm o risco de serem punidos com uma pena de prisão de até 15 anos. A única coisa fizeram foi defender os direitos humanos num país que está a tentar silenciar toda e qualquer voz crítica. Por isso, eles precisam de si…

O que pode fazer para ajudar o Taner, a İdil, a Özlem, o Günal, o Veli, o Ali, o Peter, a Nalan, a İlknur, o Nejat e o Şeyhmus?

  1. Pode ir agora assinar a petição em seu nome.
  2. Pode partilhar a história dles nas suas redes sociais, com os seus amigos mais chegados no Messenger, no WhatsApp ou no seu grupo privado de Facebook. Não se esqueça de divulgar o link > https://www.amnistia.pt/euassino/
  3. Pode ajudar-nos a recolher assinaturas para a petição do Sakris no seu trabalho, entre os seus amigos, na família, bastando para isso preencher o formulário de participação.
  4. Pode enviar ao próprio Sakris uma mensagem de solidariedade, dando-lhe ânimo e força para continuar a lutar. Escreva a mensagem, desenhe ou peça aos seus filhos, sobrinhos, netos ou amigos para participarem. Envie tudo para: Amnistia Internacional Portugal, Rua dos Remolares, 7 – 2.º, 1200-370 Lisboa ou por email para o aiportugal@amnistia.pt
  5. Pode fazer um donativo para a #MaratonadeCartas, para nos ajudar a fazer chegar todos os apelos às autoridades e a pressioná-las a vários níveis para que deixem cair as acusações absurdas contra os dois ativistas. > Donativos online –https://www.amnistia.pt/quero-ser-apoiante/ – ou através da referência multibanco* para:
    Entidade: 21098
    Referência: 300 000 300.

Obrigado por estar a usar o seu poder por uma boa causa. Os defensores de direitos humanos na Turquia agradecem que não tenha ficado indiferente!

 

* Para realizar donativos com referência multibanco escolha a opção “Pagamentos de Serviços”, coloque a entidade e a referência, o valor que pretende doar e envie-nos o comprovativo para o email aiportugal@amnistia.pt , com o seu nome completo. Só com estes dados conseguimos emitir o respetivo recibo de donativo cujo valor é dedutível em sede de IRS.

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