Consignação do IRS: finais felizes! - Amnistia Internacional Portugal

SE GOSTA DE FINAIS FELIZES AJUDE COM O SEU IRS.

Se gosta de histórias com final feliz, escolha a Amnistia Internacional para fazer a consignação do seu IRS, sem qualquer custo para si, com o número 501 223 738.

Para mais histórias com final feliz: 501 223 738

 

Se gosta de histórias com final feliz, escolha a Amnistia Internacional para fazer a consignação do seu IRS, sem qualquer custo para si, com o número 501 223 738.

Para mais histórias com final feliz: 501 223 738

 

 

Histórias com final feliz

Na Amnistia Internacional, trabalhamos diariamente para que as histórias em que acontecem abusos de direitos humanos… tenham um final feliz. Para que as pessoas injustamente presas sejam libertadas, para quem se mudem leis que garantam proteções e liberdades, para que toda a gente, independentemente de onde nasceu, de como pensa ou de como é, tem os mesmos direitos: os direitos humanos.

Para contar algumas das muitas histórias em que contribuímos para que tivessem finais felizes, juntam-nos este ano a quem conta histórias como ninguém: Afonso Reis Cabral, vencedor do prémio literário José Saramago; e Tiago Guedes, realizador premiado em Veneza.

Acreditamos que as pessoas gostam de finais felizes, e que se vão querer juntar e contribuir para que a Amnistia Internacional possa continuar com a sua missão.

Veja aqui os vídeos da campanha, e as nossas histórias com finais felizes.

SHAWKAN: liberdade para voltar a ser fotojornalista

Em 2013, uma multidão juntou-se no Cairo numa manifestação pacífica pela liberdade e pela democracia. Ao longe ouvia-se o clamor de milhares de pessoas em protesto e ouvia-se também a marcha persistente dos militares, que se aproximavam. O fotojornalista Mahmoud Abou Zeid avançou em direção à praça onde se concentravam os manifestantes. Apesar do perigo, tinha de cumprir o seu dever como jornalista. Ao chegar, deparou-se com um cenário de guerra: as forças de segurança abriram fogo, investiram contra a população com fogo real. Sob as balas, morreram quase mil pessoas.
Mahmoud Abou Zeid conseguiu salvar-se, mas foi preso, acusado injustamente, torturado, interrogado sem advogado e julgado sem ter cometido qualquer crime. Apenas fez o seu trabalho, de fotografar uma atrocidade.
Mas felizmente o final feliz chegou:
Cinco anos depois, foi libertado. Hoje, a sua máquina fotográfica continua a captar o mundo.

Esta história dava um livro, mas é uma história real.

ANNIE ALFRED: A MENINA DIFERENTE POR QUERER SER IGUAL

 

 

Annie nasceu no Malawi, com uma condição rara, o albinismo.
Neste país as pessoas acreditam que o corpo dos albinos tem poderes mágicos e que ter partes dos seus corpos traz riqueza e sorte.
Meninos e meninas como Annie Alfred são perseguidos e mutilados às vezes pelos próprios familiares.
Felizmente, a história já conta com várias vitórias e já há leis que protegem Annie outras crianças como ela.
Agora, o objetivo da nossa protagonista é acima de tudo, mudar mentalidades.
É uma história que tem ação, drama, um bocadinho de tudo e acima de tudo, o mais importante, um final feliz.

Esta história dava um filme, mas é uma história real.

 

Yecenia: Quando o sonho da liberdade se torna real

Esta história é sobre Yecenia Armenta Graciano que, em 2012, perdeu o seu marido e também a liberdade.
A ação passa-se no México, onde Yecenia é detida, espancada, torturada durante 15 horas, violada e quase morta por asfixia até a forçarem a assinar, vendada, umadeclaração de culpa pelo homicídio do seu marido.
São vários os episódios de tortura e desrespeito pelos direitos humanos, mas felizmente, depois de 4 anos e com a força de várias vozes, a justiça é reposta.
Yecenia é absolvida e regressa para junto da sua família. O Final feliz que todos esperávamos.

Esta história dava uma série, mas é uma história real.

 

SHAWKAN: liberdade para voltar a ser fotojornalista

Em 2013, uma multidão juntou-se no Cairo numa manifestação pacífica pela liberdade e pela democracia. Ao longe ouvia-se o clamor de milhares de pessoas em protesto e ouvia-se também a marcha persistente dos militares, que se aproximavam. O fotojornalista Mahmoud Abou Zeid avançou em direção à praça onde se concentravam os manifestantes. Apesar do perigo, tinha de cumprir o seu dever como jornalista. Ao chegar, deparou-se com um cenário de guerra: as forças de segurança abriram fogo, investiram contra a população com fogo real. Sob as balas, morreram quase mil pessoas.
Mahmoud Abou Zeid conseguiu salvar-se, mas foi preso, acusado injustamente, torturado, interrogado sem advogado e julgado sem ter cometido qualquer crime. Apenas fez o seu trabalho, de fotografar uma atrocidade.
Mas felizmente o final feliz chegou:
Cinco anos depois, foi libertado. Hoje, a sua máquina fotográfica continua a captar o mundo.

Esta história dava um livro, mas é uma história real.

ANNIE ALFRED: A MENINA DIFERENTE POR QUERER SER IGUAL

 

 

Annie nasceu no Malawi, com uma condição rara, o albinismo.
Neste país as pessoas acreditam que o corpo dos albinos tem poderes mágicos e que ter partes dos seus corpos traz riqueza e sorte.
Meninos e meninas como Annie Alfred são perseguidos e mutilados às vezes pelos próprios familiares.
Felizmente, a história já conta com várias vitórias e já há leis que protegem Annie outras crianças como ela.
Agora, o objetivo da nossa protagonista é acima de tudo, mudar mentalidades.
É uma história que tem ação, drama, um bocadinho de tudo e acima de tudo, o mais importante, um final feliz.

Esta história dava um filme, mas é uma história real.

 

Yecenia: Quando o sonho da liberdade se torna real

Esta história é sobre Yecenia Armenta Graciano que, em 2012, perdeu o seu marido e também a liberdade.
A ação passa-se no México, onde Yecenia é detida, espancada, torturada durante 15 horas, violada e quase morta por asfixia até a forçarem a assinar, vendada, umadeclaração de culpa pelo homicídio do seu marido.
São vários os episódios de tortura e desrespeito pelos direitos humanos, mas felizmente, depois de 4 anos e com a força de várias vozes, a justiça é reposta.
Yecenia é absolvida e regressa para junto da sua família. O Final feliz que todos esperávamos.

Esta história dava uma série, mas é uma história real.

 

Consignação do IRS – o que é e como fazer

Ao escolher a Amnistia Internacional para consignar o seu IRS está a ajudar pessoas em Portugal e no mundo, sem qualquer custo para si.

Certamente já terá ouvido falar desta possibilidade, mas… ainda tem dúvidas? Veja aqui tudo explicado, em 5 pontos muito simples (e um sexto ponto, para quem quiser ajudar ainda mais).

1 – Vou fazer o meu IRS. Mas, para quê atribuir 0,5%?

A Amnistia Internacional conta com a atribuição de 0,5% do seu IRS para continuar a fazer do mundo um lugar melhor e para salvar vidas. Veja aqui um pouco do que fizemos durante este ano.

Ver

É assim que mudamos o mundo, 0,5% de cada vez:

  • investigamos e denunciamos violações de direitos humanos,
  • exigimos que os governos respeitem as leis,
  • educamos os jovens portugueses para os direitos humanos,
  • defendemos e mobilizamos ativistas e defensores dos direitos humanos.

Veja nesta galeria um pouco do que foi o nosso último ano, muito graças ao IRS de pessoas que também quiseram tornar o mundo melhor.

2 – Duvido que não tenha custos. Podem garantir-me isso?

Sim, se consignar o seu IRS à Amnistia Internacional não paga mais nem recebe menos por isso. Está apenas a indicar onde pretende que sejam aplicados 0,5% do imposto que já pagou. Veja a explicação em detalhe:

Ver

Sim, podemos. Se consignar o seu IRS à Amnistia Internacional não paga mais IRS, nem recebe menos por isso. Está apenas a indicar ao Estado onde pretende que sejam aplicados 0,5% do imposto que já pagou. Geralmente, é o Estado que define como são aplicados os nossos impostos e não é possível para cada contribuinte dar qualquer indicação nesse sentido. A única exceção é esta possibilidade de destinar 0,5% do IRS a uma determinada instituição de utilidade pública, como a Amnistia Internacional. Não paga mais imposto, nem recebe menos com esta opção, simplesmente escolhemos o destino onde será aplicado esse montante. Na verdade, é um dos poucos, senão o único momento, em que qualquer contribuinte pode indicar ao Estado onde pretende que seja aplicada uma parte dos seus impostos.

3 – Porque devo consignar o meu IRS à Amnistia Internacional e não a outra organização em Portugal?

Ao consignar o seu IRS à Amnistia Internacional está a apoiar diretamente a atuação nas mais diversas áreas dos direitos humanos, em Portugal e no mundo. Veja algumas das nossas principais áreas de atuação:

Ver

Ao consignar o seu IRS à Amnistia Internacional está a apoiar diretamente a atuação nas mais diversas áreas dos direitos humanos, em Portugal e no mundo, como por exemplo:

  • Acabar com a discriminação e promover a igualdade, seja de género, de ascendência, racial, de orientação sexual, cultura ou outros. Porque todas as pessoas têm os mesmos direitos e devem ter as mesmas oportunidades.
  • Lutar pelos direitos sociais, económicos e culturais básicos para todas as pessoas.
  • Assegurar que o exercício das nossas liberdades é uma realidade e uma garantia.
  • Garantir que as pessoas que são perseguidas, que têm a sua vida em perigo, que fogem da guerra ou da violência têm respostas céleres e eficazes por parte dos líderes mundiais para que possam encontrar a segurança para si e para as suas famílias.
  • Celebrar e defender o espaço de atuação dos defensores e defensoras dos direitos humanos, porque o trabalho destas pessoas é defender os nossos direitos, colocando-se tantas vezes em perigos e como alvos de vários ataques.
  • Ensinar e educar os nossos jovens em matérias de direitos humanos, para que as gerações e líderes do futuro saibam colocar sempre como prioridade os direitos e liberdades.

4 – Como faço essa consignação? É mesmo assim tão fácil?

É muito fácil! Quando estiver a preencher a sua declaração de IRS deve colocar no Modelo 3, na folha de rosto, no Quadro 11, um X no Campo 1101 e o NIF da Amnistia Internacional Portugal 501 223 738. Colocando depois um X na opção IRS. É só isto! Veja aqui os passos.

Ver

 

5 – E se estiver a usar a opção de preenchimento automático do IRS?

Ainda é mais simples: no fundo da página encontrará a área dedicada à consignação. Basta indicar que pretende consignar 0,5% IRS a Instituições particulares de solidariedade social e inserir o NIF da Amnistia Internacional Portugal 501 223 738. Veja aqui como.

Ver

 

Para além de consignar os 0,5% do IRS sem qualquer custo para si, pode ainda adicionar um donativo relativo aos 15% do IVA reembolsado em faturas relativas às atividades de reparação de automóveis e motociclos, alojamento e restauração e cabeleireiros e institutos de beleza. Para tal, seleccione opção “15% do IVA Suportado” (passo 4), abdicando assim desse retorno. No entanto, se apenas optar pela consignação de 0,5% do IRS, não abdica de qualquer valor.

6 – Ok, foi mesmo fácil. E como posso ajudar ainda mais?

Pode ainda adicionar um donativo relativo aos 15% do IVA reembolsado em faturas relativas às atividades de 'reparação de automóveis e motociclos', 'alojamento e restauração' e 'cabeleireiros e institutos de beleza'.

Ver

Para além de consignar os 0,5% do IRS sem qualquer custo para si, pode ainda adicionar um donativo relativo aos 15% do IVA reembolsado em faturas relativas às atividades de reparação de automóveis e motociclos, alojamento e restauração e cabeleireiros e institutos de beleza. Para tal é só colocar um X na opção IVA, abdicando assim desse retorno. No entanto, se apenas optar pela consignação de 0,5% do IRS, não abdica de qualquer valor.

Veja os passos nesta imagem (onde, na imagem, se indica o nº 5 a amarelo).

 

Ajudar-me a lembrar

Sabemos o quão importante é que não se esqueça das datas para fazer a entrega do IRS. Este ano, poderá fazê-lo entre 1 de abril e 30 de junho.

Para ajudar, preparámos uma ferramenta que lhe permite, de uma forma muito simples, adicionar um lembrete ao seu calendário.

Escolha a data que lhe for mais conveniente. Pode andar para a direita ou esquerda nas setas ao lado do mês, e depois clicar em cima do dia pretendido. Depois pode adicionar ao seu calendário (para vários programas como o Outlook ou o iCal. Vai fazer download de um ficheiro, que deve depois abrir para adicionar o evento automaticamente ao programa que utiliza como calendário. Funciona em computador e smartphones. Se escolher a opção “Google Calendar” vai abrir o calendário Google para adicionar o evento, já com os campos preenchidos.

Assim, certamente não se vai esquecer, e esta será mais uma história com um final feliz. 🙂

 

Partilhar esta causa

Sim, no final, é tão importante partilhar! Porque só com a sua partilha conseguimos envolver milhares de pessoas, e que esta campanha faça a diferença.

Por mais histórias com finais felizes, por um mundo melhor, pelos direitos humanos, #partilhefinaisfelizes.

A pensar no IRS? Se quer que o mundo tenha mais histórias com final feliz, escolha a Amnistia Internacional para fazer a consignação, sem qualquer custo. 501 223 738. Saiba mais em amnistia.pt/irs