Assinar a Petição

Geraldine Chacón é um dos casos da Maratona de Cartas.

 

Após quatro meses presa e sem comida e água suficientes, a jovem de 24 anos, Geraldine Chacón, arrisca-se a ser presa de novo, a qualquer momento e sem qualquer motivo, apenas pelo seu trabalho de educação para os direitos humanos.

Esta apaixonada e dedicada ativista passou vários anos da sua vida a contribuir para a melhoria das condições de vida na Venezuela. Geraldine fazia parte de uma organização não governamental que ensinava jovens, em situações de exclusão social, capacidades de liderança, técnicas de resolução de conflitos e educação para os direitos humanos.

Mas agora Geraldine precisa do nosso apoio.

“Promovi casos da Maratona de Cartas antes. Nunca imaginei que um dia estaria do outro lado da campanha.”

Geraldine Chacón

Em 2018, as forças de segurança venezuelanas entraram em sua casa a meio da noite e levaram-na. Geraldine esteve presa durante quatro meses em condições horríveis e sem saber durante quanto tempo a sua prisão iria durar: não teve qualquer contacto com a família e foram-lhe impostas condições muito restritas de acesso a comida e água.

Geraldine pode ser presa novamente uma vez que o seu processo não foi encerrado e está proibida de sair da Venezuela. A situação é delicada e enquanto esta perseguição persistir, ela não poderá continuar o seu trabalho em direitos humanos.

Assine a nossa petição e exija que o processo de Geraldine seja encerrado, para que não seja presa de novo. Chegou a altura de defendermos Geraldine e de terminar com esta injustiça.

Assine a petição dirigida ao Procurador-geral da Venezuela para que encerre o caso contra Geraldine e lhe conceda liberdade total.
Todas as assinaturas serão enviadas pela Amnistia Internacional.

Contenido de la carta

Señor Fiscal General,

Le insto a cerrar formalmente la causa judicial contra Geraldine Chacón y a conceder a ésta la libertad sin condiciones. Geraldine defiende pacíficamente los derechos humanos, y en ningún momento ha abogado por la violencia.

Geraldine Chacón ha sido detenida, recluida durante cuatro meses en condiciones deplorables e intimidada, debido exclusivamente a su trabajo pacífico con jóvenes de Caracas. Aunque se encuentra en libertad condicional desde junio, no puede salir del país y podría ser detenida de nuevo sin ninguna justificación. Una joven con una participación tan apasionada y activa en la sociedad debe ser ensalzada, y no silenciada.

Atentamente,

Texto da carta a enviar

Caro Procurador-Geral,

Insto a que encerre formalmente o processo judicial contra Geraldine Chacón e que lhe conceda a liberdade total e sem restrições. Geraldine defende pacificamente os direitos humanos, e nenhum momento apelou à violência.

Geraldine Chacón foi detida e isolada durante quatro meses em condições deploráveis e sob intimidação, apenas pelo seu trabalho pacífico com jovens de Caracas. Apesar de se encontrar em liberdade condicional desde junho, não pode sair do país e encontra-se em risco de ser detida de novo, sem qualquer justificação. Uma jovem com uma participação tão apaixonada e ativa na sociedade deve ser felicitada, e não silenciada.

Atentamente,

Junte o seu nome pela Geraldine Chácon

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