Resposta a crises e campanhas táticas - Amnistia Internacional Portugal

A Amnistia Internacional tem um longo histórico de intervenção em épocas de crises quando as violações de direitos humanos atingem proporções elevadas.

Através da nossa investigação imparcial e incisiva e do nosso trabalho de campanhas, advocacia e comunicação pretendemos um mundo em que todos os direitos sejam respeitados e em que os perpetradores sejam levados perante a justiça.

O problema

Todos os dias ocorrem graves violações de direitos humanos em países espalhados pelo mundo. Desde conflitos sangrentos, passando pela crise dos refugiados, pelas adoção de políticas e práticas extremistas que violam os direitos das pessoas. É urgente que possamos sensibilizar e mobilizar as pessoas o mais depressa possível para que a crise seja resolvida ou atenuada.

 

 

Enquadramento

Num mundo em que todos os dias em que abrimos o jornal ou ligamos a televisão vemos pessoas a cometer atos desumanos é necessário que exista uma sentinela de direitos humanos que esteja pronta a agir para que a situação não escale.

Para isso, a Amnistia Internacional desenvolveu uma série de protocolos e mecanismos que lhe permite dar respostas a crises e desenvolver campanhas táticas.

Fazemo-lo com recurso à investigação imparcial e rigorosa que vai ajudar a determinar as estratégias de campanhas, advocacia e comunicação.

 

 

Como a AI está a atuar?

Ao longo do tempo já tivemos várias respostas a crises e campanhas táticas. Exemplos disso foram a nossa intervenção na altura da Primavera Árabe, no conflito da Síria, a crise de refugiados, o conflito entre Israel e Palestina, entre outras situações urgentes.

Para além de intervir em cenários mais amplos, como os acima mencionados, a Amnistia Internacional também aciona mecanismos de resposta em casos individuais ou de grupos, como foi exemplo de Raif Badawi, condenado a uma pena de dez anos de prisão e mil chicotadas, além de uma multa de um milhão de riais (cerca de 225 mil euros), por um tribunal na cidade saudita de Jidá a 7 de maio de 2014, pelo simples exercício de liberdade de expressão. Foi também chicoteado em praça pública.

Vigília por Raif Badawi em frente à embaixada da Arábia Saudita, em Lisboa, a 11 de fevereiro de 2015

O que pode fazer?

Na maioria das vezes em que existe uma crise ou decorre uma campanha tática, a Amnistia Internacional ativa os vários meios de ação para que as pessoas possam, o mais rapidamente possível, contribuir para evitar a escala da situação. Estes meios incluem:

  • Assinatura e partilha de petições (online e offline);
  • Participação e organização de vários tipos de ação (por exemplo, ações de rua, teatros, espetáculos, exposições, conferências, entre outros);
  • Sessões de direitos humanos em escolas e noutros locais;
  • Outras ações.

Acima de tudo, somos uma organização de direitos humanos que quer ver uma mudança real no mundo. E trabalhamos, consigo e por si, para o alcançar. Hoje e todos os dias.