- Guarda Revolucionária e forças especiais da polícia cercaram hospital e usaram espingardas e gás lacrimogéneo no edifício. Partiram portas de vidro para entrar e espancaram as pessoas que estavam lá dentro, incluindo profissionais de saúde
- Fontes bem informadas relataram à Amnistia Internacional que as forças de segurança entraram no hospital em várias ocasiões, prendendo manifestantes feridos que estavam a receber tratamento e os seus familiares
- Forças de segurança do Irão devem parar imediatamente uso ilegal da força e de armas de fogo contra manifestantes; acabar com detenções arbitrárias de pessoas que procuram tratamento hospitalar; garantir que os feridos recebem cuidados médicos de que necessitam e respeitar a inviolabilidade das instalações médicas
O ataque das forças de segurança iranianas a um hospital em Ilam, no Irão, onde manifestantes feridos procuravam cuidados médicos ou abrigo, viola o direito internacional e expõe, mais uma vez, até onde as autoridades iranianas estão dispostas a ir para esmagar a dissidência, defendeu a Amnistia Internacional.
As forças de segurança na província de Ilam exerceram uma repressão mortal aos protestos dos últimos dias, causando mortes e feridos. Muitos dos manifestantes feridos na repressão mortal nesta província foram levados ao Hospital Imam Khomeini para tratamento.
O ataque das forças de segurança iranianas a um hospital em Ilam, no Irão, onde manifestantes feridos procuravam cuidados médicos ou abrigo, viola o direito internacional e expõe, mais uma vez, até onde as autoridades iranianas estão dispostas a ir para esmagar a dissidência.
Informações recolhidas pela Amnistia Internacional mostram que, a 4 de janeiro, a Guarda Revolucionária e as forças especiais da polícia cercaram o hospital. Os agentes usaram espingardas e dispararam gás lacrimogéneo para o edifício, partiram portas de vidro para entrar e espancaram as pessoas que estavam lá dentro, incluindo profissionais de saúde.
Fontes bem informadas disseram à organização que as forças de segurança entraram no hospital em várias ocasiões, prendendo manifestantes feridos que estavam a receber tratamento e os seus familiares.
Informações recolhidas pela Amnistia Internacional mostram que, a 4 de janeiro, a Guarda Revolucionária e as forças especiais da polícia cercaram o hospital. Os agentes usaram espingardas e dispararam gás lacrimogéneo para o edifício, partiram portas de vidro para entrar e espancaram as pessoas que estavam lá dentro, incluindo profissionais de saúde.
As forças de segurança do Irão devem parar imediatamente o uso ilegal da força e de armas de fogo contra os manifestantes; acabar com as detenções arbitrárias de pessoas que procuram tratamento no hospital; garantir que os feridos recebem os cuidados médicos de que necessitam e respeitar a inviolabilidade das instalações médicas.
As autoridades iranianas devem libertar todas as pessoas detidas apenas por exercerem os seus direitos humanos. Devem defender os direitos à liberdade de expressão e de reunião pacífica, bem como os direitos à vida, à saúde e à liberdade contra a tortura e outros maus-tratos.
O que aconteceu no hospital de Ilam, no Irão, que levou a Amnistia Internacional a emitir um alerta?
▼Por que é que a intervenção policial num hospital viola o direito internacional?
▼Que tipo de violência foi reportada contra pacientes e funcionários do hospital?
▼Qual foi a justificação das autoridades iranianas para esta ação no hospital?
▼Que consequências esta repressão pode ter para os direitos humanos no Irão?
▼Que medidas a Amnistia Internacional recomenda para resolver esta situação?
▼⚠️ Este painel de questões relacionadas foi criado com IA mas revisto por um humano.


