Assinar a Petição

Todos os dias, Azza Soliman arrisca a sua segurança e liberdade para defender sobreviventes de abuso no Egito.

Azza defende as vítimas de tortura, detenção arbitrária, violência doméstica e violação. Co-fundou o centro para apoio jurídico a mulheres egípcias e mais tarde o projeto “Advogados pela Justiça e Paz” (Lawyers for Justice and Peace) que visa colmatar as falhas que possam existir ao nível da assistência jurídica, apoio e aulas de alfabetização a mulheres que vivam na pobreza e a sobreviventes de abusos.

“Muitas de nós, mulheres defensoras de direitos humanos, decidimos enfrentar todas estas acusações absurdas e de difamação. Decidimos continuar o nosso trabalho que tanto nos orgulha. Decidimos continuar apesar da injustiça e das trevas em que o Egito hoje se encontra.”

Azza Soliman

Devido ao seu trabalho altruísta e corajoso, Azza e outros defensores de direitos humanos no Egito têm sido apelidados de espiões e considerados ameaças à segurança nacional. Têm sido considerados alvos diretos de campanhas de difamação e vigilância por parte das autoridades – e as forças de segurança e os órgãos de comunicação favoráveis ao governo ameaçam-nos constantemente. Muitos enfrentam o risco de penas perpétuas, como consequência do caso politicamente motivado conhecido por “Caso 173”.

Recentemente, Azza foi presa e interrogada. Enfrenta agora acusações por ter difamado a imagem do Egito ao afirmar que as mulheres enfrentam risco de violação no país. Encontra-se impedida de viajar, os seus bens foram congelados, e pode enfrentar uma condenação de até 15 anos de prisão.

Defenda os corajosos defensores de direitos humanos: assine a petição para que todas as acusações contra Azza sejam imediata e incondicionalmente retiradas, e que seja revogada a proibição de viajar bem como o descongelamento dos seus bens.

Ao assinar esta petição será enviado um email em seu nome ao  Presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi.

Letter contents

Your Excellency,

Azza bravely speaks out for victims of torture, arbitrary detention, domestic abuse, and rape. She co-founded the centre for Egyptian women’s legal assistance and later Lawyers for Justice and Peace to give much-needed legal aid, support, and literacy lessons for women and survivors of abuse.

Because of their courageous and selfless work, Azza and other Egyptian Human Rights Defenders have been labelled as spies and national security threats. They have been targeted with smear campaigns and government surveillance – and security forces and pro-government media constantly harass them. Many of them face up to life in prison, as a result of the politically motivated court case known as ‘Case 173’.

Recently, Azza was arrested and interrogated. She now faces charges such as slandering Egypt’s image by claiming that women in the country face rape. She has been banned from travel, her assets have been frozen – and she could be sentenced up to 15 years in prison.

I urge you to get all charges against Azza and Egyptian human rights defenders immediately and unconditionally dropped, and travel bans and asset freezes issued against them revoked.

Yours sincerely,

Texto da carta a enviar

Sua Excelência,
Azza defende as vítimas de tortura, detenção arbitrária, violência doméstica e violação. Co-fundou o centro para apoio legal a mulheres egípcias e mais tarde o projeto “Advogados pela Justiça e Paz “(Lawyers for Justice and Peace) que visa colmatar as falhas na defesa legal, apoio e aulas de alfabetização a mulheres que vivam na pobreza e a sobreviventes de abusos.

Devido ao seu trabalho altruísta e corajoso, Azza e outros defensores de direitos humanos no Egito têm sido apelidados de espiões e considerados ameaças à segurança nacional. Têm sido considerados alvos diretos de campanhas de difamação e vigilância por parte das autoridades – e as forças de segurança e os órgãos de comunicação favoráveis ao governo ameaçam-nos constantemente. Muitos enfrentam o risco de penas perpétuas, como consequência do caso politicamente motivado conhecido por “Caso 173”.

Recentemente, Azza foi presa e interrogada. Enfrenta agora acusações por ter difamado a imagem do Egito ao afirmar que as mulheres enfrentam risco de violação no país. Encontra-se impedida de viajar, os seus bens foram congelados – e pode enfrentar uma condenação de até 15 anos de prisão.

Defenda os corajosos defensores de direitos humanos: assine a petição para que todas as acusações contra Azza e contra os defensores de direitos humanos no Egito sejam imediata e incondicionalmente retiradas, e que seja revogada a proibição de viajar bem como o descongelamento dos seus bens.

Atentamente,

Azza Soliman: defensora dos direitos das mulheres no Egito

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